“O gestor público é responsável, basicamente, por empregar os recursos públicos da sua pasta em benefício de toda a sociedade, sempre em busca de mais eficiência. Mas, para que esse resultado apareça, é preciso investimento em qualificação profissional, com o intuito de otimizarem ao máximo sua atuação”, diz a justificativa assinada por Wirbiski. As regras valeriam para os secretários municipais, presidentes e alta gerência da administração direta e indireta.
Segundo o vereador, sem cumprir esses quesitos, há menos garantia que essas pessoas compreendam os cenários econômico, político e legal. Ou que elas insiram inovações na gestão pública, utilizando novas tecnologias para o fomento da qualidade técnica e da ética profissional. A sugestão de lei é bastante enxuta, qualificando os cargos abrangidos pela norma no artigo 1º e enumerando as exigências no artigo 2º.
Tramitação
Com a leitura no pequeno expediente de uma sessão plenária, o projeto de lei começa a tramitar na Câmara de Curitiba. Primeiro a matéria recebe uma instrução técnica da Procuradoria Jurídica e depois segue para as comissões temáticas do Legislativo. Durante a análise dos colegiados, podem ser solicitados estudos adicionais, juntada de documentos faltantes, revisões no texto ou o posicionamento de outros órgãos públicos afetados pelo teor do projeto. Depois de passar pelas comissões, segue para o plenário e, se aprovado, para sanção do prefeito para virar lei.
Texto: João Cândido Martins
Revisão: José Lazaro Jr.
Reprodução do texto autorizada mediante citação da Câmara Municipal de Curitiba.