Segundo o delegado-titular da Furtos e Roubos, Matheus Laiola, os pacientes e funcionários de hospitais eram abordados por integrantes desta quadrilha para obter documentação sigilosa necessária para dar entrada com o pedido de indenização. "Cerca de 30% do valor recebido ficava com a quadrilha, que fraudava alguns documentos para agilizar o processo junto à empresa pagadora do seguro", fala Laiola.

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